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Segundo dia de depoimentos sobre a tragédia da Boate Kiss deve ter testemunha de acusação e mais cinco sobreviventes - Rádio São José do Patrocínio

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Segundo dia de depoimentos sobre a tragédia da Boate Kiss deve ter testemunha de acusação e mais cinco sobreviventes

O julgamento do incêndio da boate Kiss recomeça às 9h desta quinta-feira (02) com mais seis depoimentos previstos para ocorrerem no Foro Central de Porto Alegre. Emanuel Almeida Pastl e Jéssica Montardo Rosado devem ser ouvidos pela manhã e Lucas Cauduro Peranzoni, Érico Paulus Garcia e Gustavo Cauduro Cadore à tarde.

O juiz Orlando Faccini Neto incluiu, ainda, uma testemunha do Ministério Público. Miguel Ângelo Teixeira Pedroso deve ser o primeiro a depor no período da tarde. Ele é um engenheiro que teria desaconselhado o uso da espuma isolante na casa noturna. A expectativa do Ministério Público e dos advogados dos quatro réus é que as oitivas sejam menos extensas que as do primeiro dia.

Primeiro dia

Duas sobreviventes da tragédia na boate Kiss, em 2013, foram ouvidas no primeiro dia de julgamento dos quatro réus denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por 242 homicídios com dolo eventual.

O júri começou nesta quarta-feira, 1º de dezembro, no Foro Central de Porto Alegre, e contou com a presença do procurador-geral de Justiça, Marcelo Lemos Dornelles, e do subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Júlio César de Melo.

A primeira a falar foi Kátia Giane Pacheco Siqueira. Ela trabalhava na boate na noite da tragédia e respondeu à promotora de Justiça Lúcia Helena de Lima Callegari que orientação era para que apenas deixassem as pessoas saírem após pagamento da comanda.

Ao promotor de Justiça David Medina da Silva, afirmou que muitos clientes, na tentativa de fugir, acharam que porta do banheiro era a saída da casa noturna. Foram quase cinco horas de depoimento.

Às 20h20 teve início a oitiva da sobrevivente Kellen Giovana Leite Ferreira, 28 anos, cliente da boate. Ela teve 18% do corpo queimado e precisou amputar um dos pés. Aos promotores, confirmou que a casa estava superlotada no dia da tragédia.

Fonte: Foto: Ministério Público RS/Divulgação, Redação O Sul 

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