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O diretório estadual do MDB elegeu nesta segunda-feira, por aclamação, a nova executiva do partido no Rio Grande do Sul. O maior desafio do grupo e do presidente do MDB gaúcho, Fábio Branco, no entanto, é a escolha do pré-candidato ao Piratini, minimizando traumas, e viabilizar as articulações das alianças para a disputa deste ano. Apesar da impaciência da base eleitoral emedebista em relação à demora para a definição, o partido irá aguardar o desfecho envolvendo a renúncia do governador Eduardo Leite (PSDB) e seu ingresso no PSD para concorrer ao Palácio do Planalto.
No encontro, circulava nos bastidores a informação de que o anúncio e a renúncia de Leite ocorrerão no dia 25 deste mês. O tucano está mantendo reunião desde hoje em São Paulo. A pauta é única: a sucessão presidencial. Leite deve levar com ele uma série de lideranças para o PSD.
No MDB, a questão agora é estabelecer uma data e a forma como o representante do partido será escolhido. Como os deputados federal Alceu Moreira, e estadual, Gabriel Souza, seguem no páreo, as prévias, originalmente marcadas para fevereiro, e posteriormente suspensas para evitar os efeitos colaterais como o racha partidário, estabelecido antes mesmo da disputa, voltam ao cenário. Emedebistas pisam em ovos pois têm consciência dos reflexos eleitorais de uma divisão e do gênio forte de Alceu Moreira.
Ex-governador e único nome capaz de unificar o partido, José Ivo Sartori não compareceu ao encontro. Como já disse que não concorrerá novamente ao governo, está claro que não quer ser pressionado, muito menos publicamente. Branco irá procurar Leite para uma conversa ainda nesta semana.
Fonte: Foto: Joel Vargas / Divulgação MDB / CP, Taline Oppitz, Correio do Povo