Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Criminosos assaltam agências bancárias e fazem cordão humano em Ibarama, no interior do RS - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Criminosos assaltam agências bancárias e fazem cordão humano em Ibarama, no interior do RS

Uma quadrilha atacou, simultaneamente, aproximadamente às 14h desta terça-feira, as agências bancárias do Sicredi e do Banrisul de Ibarama, cidade com menos de cinco mil habitantes na região Centro-Serra do Rio Grande do Sul. O grupo fez um cordão humano com pessoas que estavam nas proximidades e nos bancos para atacar os locais e, depois, fugiu em dois veículo, um Cruze e um Golf. Ambas as agências estão localizadas na rua Júlio Bridi, no centro, distantes a menos de um quilômetro do 23º Batalhão de Polícia Militar – 3º Grupamento Ibarama.

Durante a ação, os criminosos dispararam tiros para o alto e levaram reféns, um deles, inclusive, pendurado no veículo para que a Polícia não atirasse. Eles foram soltos posteriormente na localidade de Linha Salete, sem ferimentos. As Brigadas Militares de municípios vizinhos auxiliam nas buscas.

A moradora Janete Durigon assistiu à ação em frente ao Sicredi da janela da casa onde trabalha, tomada por apreensão. “É uma cidade pequena. A gente nunca pensa que pode acontecer algo assim. Parecia um filme de terror, porque dá uns 200 metros e vimos as pessoas de mãos pra cima. Depois, de mãos dadas, formando aquele cordão humano”, conta. Pelo baixa população, ela diz que todo mundo se conhece. “Entrei em pânico, principalmente quando atiraram. A gente não sabia se era para cima ou nas pessoas, mas depois vimos que era para o ar”, diz.

Fonte:Correio do Povo

Deixe seu comentário: