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Morre, aos 84 anos, o jornalista Armindo Antônio Ranzolin

Morreu, aos 84 anos, nesta quarta-feira (17), em Porto Alegre, o jornalista e narrador esportivo Armindo Antônio Ranzolin após complicações do Alzheimer. Ele estava internado em um hospital na Capital gaúcha.

Ranzolin construiu uma carreira de quase meio século junto ao microfone, que foi seu companheiro desde os 17 anos. Esteve em seis Copas do Mundo, entrevistou presidentes, governadores, ministros, artistas, embaixadores, gente comum. Cobriu eleições, tragédias, festas, golpes. Esteve onde a notícia o chamava.

A família era de Flores da Cunha, mas ele nasceu em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, no dia 8 de dezembro de 1937. Aos 20 anos, mudou-se para Porto Alegre para estudar. Formou-se em Direito na UFRGS, em 1964, mas nunca abandonou a ideia de ser locutor.

Ranzolin eternizou um dos bordões mais simples e bonitos das transmissões de rádio no Brasil: “Alô, amigos”. Ele deixa a mulher, Yara, os filhos Cristina e Ricardo, os netos Henrique, Manoela e Antônia.

Ele estava internado em um hospital na Capital gaúcha.

Ranzolin construiu uma carreira de quase meio século junto ao microfone, que foi seu companheiro desde os 17 anos. Esteve em seis Copas do Mundo, entrevistou presidentes, governadores, ministros, artistas, embaixadores, gente comum. Cobriu eleições, tragédias, festas, golpes. Esteve onde a notícia o chamava.

A família era de Flores da Cunha, mas ele nasceu em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, no dia 8 de dezembro de 1937. Aos 20 anos, mudou-se para Porto Alegre para estudar. Formou-se em Direito na UFRGS, em 1964, mas nunca abandonou a ideia de ser locutor.

Ranzolin eternizou um dos bordões mais simples e bonitos das transmissões de rádio no Brasil: “Alô, amigos”. Ele deixa a mulher, Yara, os filhos Cristina e Ricardo, os netos Henrique, Manoela e Antônia.

 

Fonte:O sul

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