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Disputa para ser o próximo premiê britânico começa com impulso a Boris Johnson, ex-ocupante do cargo

Três ministros de alto escalão do Reino Unido apoiaram Boris Johnson para retornar como primeiro-ministro britânico nesta sexta-feira (21), depois que a renúncia de Liz Truss desencadeou uma disputa para substituí-la rapidamente como líder do Partido Conservador.

A ex-ministra da Defesa Penny Mordaunt se tornou a primeira candidata a entrar na disputa oficialmente, mas Johnson e Rishi Sunak, que já foi seu ministro das Finanças, lideram os potenciais candidatos, pois ambos já possuem apoio antes da votação na próxima semana.

Com os conservadores detendo maioria no Parlamento e capazes de ignorar os pedidos de eleições gerais por mais dois anos, o novo líder do partido se tornará primeiro-ministro, o quinto do Reino Unido em seis anos.

Candidatos

Aqueles que desejam substituir Truss, que renunciou na quinta-feira (20) após seis semanas caóticas, devem garantir 100 indicações de parlamentares conservadores até segunda-feira. A própria Truss sucedeu a Johnson depois que ele foi deposto por seus colegas em julho.

O partido espera que a disputa revitalize a sorte do grupo. Pesquisas de opinião sugerem que os conservadores serão derrotados por ampla margem se uma eleição for realizada agora.

Johnson não anunciou formalmente que vai concorrer, mas o impulso estava crescendo atrás dele, com o ministro dos Negócios, Jacob Rees-Mogg, e o ministro do Nivelamento, Moradia e Comunidades, Simon Clarke, dando-lhe seus apoios. O influente ministro da Defesa, Ben Wallace, disse que está inclinado a apoiar o ex-líder.

Boris Johnson

Um retorno ao topo será uma volta extraordinária para Johnson, que continua popular entre os membros do partido, embora uma pesquisa do YouGov com 3.429 adultos realizada nesta sexta-feira tenha revelado que 52% dos britânicos ficariam descontentes em vê-lo retornar como primeiro-ministro.

Mas Johnson, que deixou o cargo comparando-se a um ditador romano levado ao poder duas vezes para evitar crises, pode enfrentar dificuldades para chegar aos 100 votos depois que seu mandato de três anos foi prejudicado por escândalos e alegações de má conduta.

Um de seus ex-assessores, que não fala mais com Johnson e pediu para não ser identificado, disse que é improvável que atinja o patamar, tendo alienado dezenas de conservadores durante seu mandato repleto de escândalos.

“Uma farsa”

O jornal “Financial Times”, que pediu uma nova eleição, disse que uma volta de Boris seria “uma farsa”. Will Walden, que também trabalhou anteriormente para Johnson, disse que o ex-primeiro-ministro estava voltando de férias e fazendo sondagens.

“O país precisa de um líder adulto e sério. Boris teve sua chance, vamos seguir em frente. Suspeito que não é isso que o Partido Conservador fará, eles podem muito bem reeleger ele”, disse Walden à BBC.

O vencedor será anunciado na segunda (24) ou sexta-feira da próxima semana (28).

Fonte: Foto: Reprodução, Redação O Sul

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