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Vem MENOS soja e milho por aí: Mexe no preço? - Rádio São José do Patrocínio

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Vem MENOS soja e milho por aí: Mexe no preço?

As expectativas de produção da soja e da primeira e segunda safras de milho brasileiras da temporada 2022/2023 foram revisadas para baixo pela AgResource Brasil. Em seu mais recente relatório, a Consultoria alterou sua projeção de rendimentos dos grãos no Brasil em função dos problemas climáticos observados até o momento.

A produção da safra de soja 22/23 foi reduzida principalmente devido à falta e irregularidades das chuvas na região Sul do País – o que trouxe queda na produtividade de estados como o Rio Grande do Sul e Paraná. “Com isso a produção nacional foi indicada em 152,96 milhões de toneladas, redução de 0,39%”, aponta a filial da empresa norte-americana AgResource Company.

A AgResource Brasil afirma, no entanto, que o volume recorde a ser produzido no Brasil é “mais do que o suficiente para compensar as perdas produtivas projetadas para a Argentina devido à grave estiagem que assola o país vizinho. A produção brasileira da atual safra de soja deve adicionar 27,5 milhões de toneladas a mais em relação ao produzido na safra passada.

“De acordo com a Bolsa de Cereais [da Argentina], entre cenários moderados e pessimistas, o país deve produzir um mínimo de 35,5 milhões de toneladas de soja e 37,8 milhões de toneladas de milho, mas podendo ainda trabalhar com números acima de 40 milhões para ambas as culturas caso as chuvas melhorem nos próximos dias”, dizem os analistas de mercado.

MILHO TAMBÉM CAI

Ainda de acordo com a AgResource Brasil, a área da primeira safra de milho foi alterada em alguns estados, totalizando 4,42 milhões de hectares, o que representa uma redução de 1,53%. “Foram realizados ajustes nas produtividades, principalmente para os estados do Sul do Brasil para primeira e segunda safra, também devido à falta de chuvas e atraso no plantio. Com isso a produção total nacional foi indicada em 125,01 milhões de toneladas, redução de 2,09% frente a última estimativa”, concluem os analistas de mercado.

Fonte: Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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