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Vereador caxiense que menosprezou os baianos pode ser investigado pela Polícia Federal por calúnia contra ministro do Supremo - Rádio São José do Patrocínio

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Vereador caxiense que menosprezou os baianos pode ser investigado pela Polícia Federal por calúnia contra ministro do Supremo

Expulso do partido Patriotas, alvo de inquérito da Polícia Civil e com risco de perder o mandato na Câmara Municipal de Caxias do Sul (Serra Gaúcha) após discurso xenofóbico contra os trabalhadores da Bahia no final de fevereiro, o vereador Sandro Fantinel pode ter a sua situação complicada junto à Polícia Federal (PF) por outro crime: calúnia contra um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A manifestação foi feita durante sessão ordinária no Legislativo local, na tarde de 17 de novembro do ano passado. Sem qualquer prova e sem explicitar a quem se referia, ele vociferou: “Um ministro do STF participou de orgia com crianças no Exterior! Como um cara desse poderá permitir a criação de leis mais severas contra esse crime dentro do País? A vergonha começa lá em cima!”.

De acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, uma cópia da fala do político foi enviada à corporação. “Trata-se de crime contra autoridade federal”, frisou. “Continuamos lutando todos os dias contra mentiras e agressões gratuitas.”

Baianos

Enquanto isso, o parlamentar municipal permanece encrencado por seu discurso de 28 de fevereiro, quando usou a tribuna para atacar o povo da Bahia. Ele já foi expulso do partido Patriotas e corre grande risco de cassação na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, além de ser alvo de investigação pela Polícia Civil.

Sandro Fantinel passou a ser nacionalmente conhecido, de forma negativa. Irritado com a repercussão negativa do caso envolvendo exploração de mão-de-obra de trabalhadores temporários em regime análogo ao de escravidão na cidade gaúcha de Bento Gonçalves, ele afirmou que a culpa era das próprias vítimas, por serem originárias da Bahia, que segundo ele é um lugar onde as pessoas “só querem praia e tambor”.

Fonte:(Marcello Campos), Redação O Sul 

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