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Militar do GSI filmado dando água a golpistas no Planalto, em 8 de janeiro, é major do Exército e deve ser ouvido novamente pela PF

O governo identificou o militar que aparece, em imagens novas da área interna do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro, dando água a manifestantes golpistas que tinham invadido o prédio.

A TV Globo confirmou que o homem nas imagens é o major do Exército José Eduardo Natale de Paula Pereira.

Ele atuava como coordenador de segurança de instalações dos palácios presidenciais e estava trabalhando no Palácio do Planalto no domingo.

Em janeiro, Pereira chegou a depor à Polícia Federal como testemunha (veja abaixo) – o militar deve ser ouvido novamente em razão dos novos vídeos.

O material foi divulgado pela “CNN” nesta quarta-feira (19) e mostra o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Gonçalves Dias, e auxiliares caminhando entre os manifestantes que invadiram os andares mais altos do Palácio do Planalto, no dia dos atos golpistas.

Veja imagens de homens do GSI no Palácio do Planalto durante atos golpistas de 8/1
Major do Exército José Eduardo Natale de Paula Pereira — Foto: Arquivo pessoal

Major do Exército José Eduardo Natale de Paula Pereira — Foto: Arquivo pessoal

Nos vídeos, a equipe do GSI dá água para os invasores e indica uma saída de emergência a eles. O general Gonçalves Dias diz que sua equipe estava direcionando os bolsonaristas que invadiram o Planalto para o segundo andar, onde seriam presos.

Horas após as imagens terem sido divulgadas, Dias e o número 2 do GSI, Ricardo José Nigri, pediram demissão dos cargos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu que o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, será o ministro interino do GSI. Cappelli foi, também, o interventor federal na segurança pública do Distrito Federal nas semanas posteriores aos atos golpistas.

Depoimento à PF

Ouvido como testemunha ainda em janeiro, Natale disse à polícia que, no momento da invasão, “havia por volta de apenas 40 homens na tropa de choque para fazer a contenção de milhares de manifestações (sic)”.

O coordenador relatou aos investigadores que, ao visualizar a movimentação em direção ao Planalto, “acionou o pelotão de choque do Exército-BGP que se encontrava de prontidão”.

O pelotão “foi posto em posição e as guarnições da PM que estavam no local recuaram em direção ao Palácio do Planalto”.

Segundo ele, após o rompimento da cerca de contenção a oeste do prédio foi acionado o “Plano Escudo” – “um planejamento que envolve as forças da PMDF, Exército e GSI para impedir invasões nos órgãos governamentais”.

Mesmo assim, os invasores conseguiram romper as barreiras fixas e chegar ao espelho d’água do palácio.

Natale afirmou que os invasores foram contidos temporariamente no espelho d’água, enquanto havia negociação, mas que eles “conseguiram romper os bloqueios e tiveram acesso a marquise do Palácio do Planalto”.

Ele acrescentou que os golpistas “utilizavam de violência e ameaça para conseguir acesso ao Palácio do Planalto, pois atiraram pedras do próprio chão do palácio nas tropas de segurança.”

Já dentro do prédio, disse o coordenador, foram roubados equipamentos da sala do encarregado de segurança das instalações, incluindo cassetetes, sprays de pimenta e 11 tasers, armas não letais.

Fonte:G1

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