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Fugini é ouvida pela polícia em investigação sobre fungos encontrados em molhos de tomate no RS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul continua investigando o caso da descoberta de fungos e ovos de parasitas em amostras de molhos de tomate da Fugini em embalagens comercializadas na região metropolitana de Porto Alegre. Representantes da empresa de produtos alimentícios com sede em Monte Alto, no interior de São Paulo, foram ouvidos em depoimento à polícia por videoconferência na terça-feira (23). A fabricante negou quaisquer falhas no processo de produção de seus molhos de tomate e alega que possível erro no transporte ou armazenamento.

O caso é investigado como crime contra as relações de consumo pela delegada Jeiselaure de Souza, titular da 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Viamão. Ao menos cinco municípios gaúchos registraram casos de localização de um conteúdo, parecido visualmente a pele de um animal, no interior da embalagem. Os episódios ganharam repercussão em dezembro do ano passado.

Fugini já havia sido proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de fabricar, comercializar e distribuir produtos, mas a decisão foi suspensa em abril. O Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) analisou cinco amostras de molho de tomate e concluiu, em fevereiro deste ano, que o material estranho encontrado por consumidores em embalagens de molho de tomate da marca Fugini se trata de um fungo. Um laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP), concluído no dia 16 deste mês, detectou a presença de fungos e ovos de parasita em amostras do produto, recolhido em Viamão, na Região Metropolitana.

A empresa divulgou uma nota oficial informando que realiza análises microbiológicas e físico-químicas em todos os lotes de produção e submete-os a rígidos controles de qualidade, afirmando estar “muito segura” quanto à qualidade de seus produtos.

As investigações policiais seguem em andamento e a delegada responsável pelo caso prevê conclusão do inquérito até o fim do mês.

Fonte:Blog do Juares

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