Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Mãe e filho irão a júri popular por mortes de idoso e da sua mulher em Cachoeirinha; o homem era pai e avô dos réus - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: RÁDIO E MAR

Das 06;00 às 07:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Mãe e filho irão a júri popular por mortes de idoso e da sua mulher em Cachoeirinha; o homem era pai e avô dos réus

O juiz Luciano Wächter, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Cachoeirinha, decidiu que devem ir a júri popular Claudia de Almeida Heger e Andrew Heger Ribas, acusados pelas mortes de Rubem Affonso Heger, de 86 anos, e da sua mulher, Marlene dos Passos Stafford Heger, de 53 anos. O casal foi morto em 27 de fevereiro de 2022, na cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre.

Os réus, de 51 e 30 anos, são filha e neto de Rubem.  Conforme a sentença de pronúncia, assinada pelo magistrado na semana passada, os acusados responderão perante o Tribunal do Júri por duplo homicídio, com as qualificadoras de dissimulação, motivo torpe e traição, ocultação de cadáver, maus-tratos a animal doméstico – pois teriam matado a cachorra das vítimas – e fraude processual. Cláudia ainda é acusada de desacato, e Andrew, de resistência à abordagem policial.

“É fácil perceber a probabilidade de de ser reconhecido o dolo dos agentes que, em razão de conflitos familiares e interesse financeiro, se deslocaram até a residência das vítimas com o intento de matá-las”, disse o juiz na decisão.

Caso

A denúncia formulada pelo MP (Ministério Público) foi recebida pela Justiça em 27 de maio do ano passado. O documento relata que Cláudia e Andrew foram de carro à residência do casal supostamente para realizar uma faxina. Ao estacionaram no pátio da casa, usaram colchões para bloquear a vista para a garagem. Depois de matarem as vítimas, utilizaram o veículo para transportar os corpos, que foram ocultados.

O MP aponta como motivo para os homicídios a insatisfação de Cláudia com a interrupção do auxílio financeiro fornecido pelo pai. Andrew teria prestado apoio moral, físico e logístico à mãe.

Em depoimento na Justiça, os réus negaram as acusações. Cláudia está presa, e Andrew foi considerado inimputável, depois de passar por avaliação psicológica. Ele encontra-se internado no Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre. Cabe recurso da decisão sobre o júri popular, que ainda não tem data marcada.

Fonte: Foto: Arquivo pessoal, Redação O Sul 

Deixe seu comentário: