Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Ministério da Agricultura proíbe a venda de 11 marcas de azeite de oliva no Brasil - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Ministério da Agricultura proíbe a venda de 11 marcas de azeite de oliva no Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária proibiu a venda de 11 marcas de azeite de oliva consideradas impróprias para o consumo no Brasil. São elas: Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira, Serrano, Oviedo, Imperial, Ouro Negro, Carcavelos, Pérola Negra e La Ventosa.

A lista foi divulgada na quinta-feira (3). Segundo o ministério, o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo, atrás apenas dos pescados. As principais fraudes são a adição de diferentes óleos vegetais, como o de soja, e o uso de corantes e aromatizantes.

Por isso, é preciso ter cuidado na hora de escolher essa mercadoria. Para comprar um azeite de boa qualidade, é importante optar pelos que foram envasados mais recentemente. Isso porque a palavra azeite, em sua origem árabe, significa “suco de azeitona”. Portanto, é importante ter o máximo de frescor.

O azeite tem três inimigos que o fazem estragar rapidamente: a luz, o oxigênio e o calor. Por causa da influência da luz, as embalagens costumam ser vidros escuros, isolando, assim, o contato com a claridade. Também existe o produto em lata.

Fonte: Foto: Freepik, Redação O Sul 

Deixe seu comentário: