Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Teto dos benefícios do INSS sobe para R$ 8.475 - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Teto dos benefícios do INSS sobe para R$ 8.475

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 3,90% na remuneração, após divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) – usado como referência para o aumento – na sexta-feira (9). Com o aumento, o teto dos benefícios do INSS passou de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55.

A aplicação desse reajuste foi publicada em portaria do governo federal no Diário Oficial da União desta segunda-feira (12), que oficializa os novos valores.

Para os segurados que recebem um salário mínimo de benefício, o reajuste acompanha a atualização do piso nacional. O novo valor do salário mínimo (R$ 1.621), que teve um reajuste de 6,7%, passou a valer no dia 1º deste mês. Em 2025, o mínimo era de R$ 1.518.

Resultados do INPC em 2025

O INPC teve alta de 0,21% em dezembro no Brasil, resultado 0,18 ponto percentual acima do observado em novembro (0,03%). Em dezembro de 2024, a taxa havia sido de 0,48%. No acumulado de 2025, o INPC avançou 3,90%, resultado 0,87 ponto percentual inferior aos 4,77% registrados em 2024.

Em dezembro, os produtos alimentícios aceleraram, ao passar de queda de 0,06% em novembro para alta de 0,28% em dezembro. Já os itens não alimentícios tiveram variação de 0,19%, ante 0,06% no mês anterior.

Entre as regiões pesquisadas em dezembro, Porto Alegre registrou a maior variação, de 0,57%, influenciada principalmente pelas altas da energia elétrica residencial (3,87%) e das carnes (2,04%).

Fonte: Foto: Pedro França/Agência Senado, Redação O Sul.

Deixe seu comentário: