Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Família pede justiça após morte de João Alberto em hipermercado em Porto Alegre - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Família pede justiça após morte de João Alberto em hipermercado em Porto Alegre

A família de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, o Beto, quer Justiça na punição dos responsáveis. Na manhã desta sexta-feira, o pai da vítima, João Batista Freitas, 65 anos, acompanhado de dois sobrinhos, aguardava a liberação do corpo no Departamento Médico Legal do Instituto-Geral de Perícias, no Palácio da Polícia, em Porto Alegre. O velório e o sepultamento serão realizados na tarde de hoje no cemitério municipal São João. “Não sou vingativo, mas espero que a Justiça seja feita”, pediu. A vítima residia no bairro IAPI. “Dia sim., dia não, ele e a mulher iam lá…”, lembrou o pai.

VEJA TAMBÉM

  • – ”A gente gritava estão matando o cara, mas continuaram até ele parar de respirar”
  • – “As imagens são horripilantes”, diz secretário da Segurança Pública do RS sobre morte em mercado
  • – Eduardo Leite garante rigor na apuração da morte de um homem em supermercado de Porto Alegre
  • – Bancada negra de Porto Alegre mobiliza redes após assassinato de homem negro em hipermercado
  • – Em nota, Carrefour considera espancamento e morte de homem em Porto Alegre como ato criminoso

O pai lembrou que ficou sabendo pela nora. “A esposa dele me ligou e pediu para vir porque estavam prendendo ele, mas quando cheguei lá eu vi duas ambulâncias e os paramédicos tentando reanimar meu filho”, lamentou. “O pessoal que estava ali, revoltado, mostrou as imagens do que aconteceu e me deixou muito revoltado e indignado. Foi uma covardia. Aqueles seguranças foram uns covardes”, desabafou.

Seu João Batista Freitas desconhece o que motivou o filho ser morto. “Não sei o que aconteceu. Uma pessoa me contou que o cara estava com o joelho contra o chão e ela tentou tirar e um terceiro empurrou ela”, disse, acreditando que aplicaram um golpe mata-leão no filho. “O racismo sempre tem principalmente nestas horas. É uma ironia acontecer na véspera do Dia da Consciência Negra”, observou. “Está acontecendo que nem nos Estados Unidos”, acrescentou.

Fonte: Foto: Alina Souza, Correio do Povo

Deixe seu comentário: