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Anestesistas do HNSA estão com seis meses de salários atrasados, diz sindicato - Rádio São José do Patrocínio

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Anestesistas do HNSA estão com seis meses de salários atrasados, diz sindicato

Os anestesistas do Hospital Nossa Senhora Aparecida estão com seis meses de salários atrasados. A informação foi divulgada pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) que esteve reunido, na última terça-feira (3), com médicos anestesistas que atuam no HNSA. Os profissionais relataram atrasos salariais de, pelo menos, seis meses.

De acordo com o sindicato, a reunião foi acompanhada pela diretora do Simers e coordenadora da Zona Sul, Renata Jaccottet, que também soube da preocupação em relação à renovação de contrato. “A partir desta quarta (dia 4) nós já vamos fazer encaminhamentos para defender os profissionais e garantir que eles voltem a receber em dia”, destaca Renata.

Os médicos relataram, ainda, falta de profissionais de diferentes especialidades. O Simers destacou que solicitará uma vistoria ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) no hospital.

Em nota enviada à imprensa, a diretoria do Hospital Nossa Senhora Aparecida esclareceu que está
plenamente ciente da situação e empenhada em encontrar soluções eficazes para regularizar os pagamentos o mais breve possível. De acordo com as informações que constam na nota, assinada pela presidente Amanda Oro, os valores pendentes não correspondem à atual gestão, sendo que o débito mencionado advém do período de 2023, 2024 e início de 2025.

“Ressaltamos que todas as medidas administrativas e financeiras necessárias estão sendo adotadas para solucionar essa questão de maneira definitiva. Reforçamos nosso respeito e agradecimento a todos os médicos anestesistas pelo comprometimento e pela excelência no exercício de suas funções”, diz outro trecho da nota.

Insuficiência de profissionais

Em relação à insuficiência de profissionais de algumas especialidades na instituição, a diretoria do HNSA garantiu que está atuando para solucionar. “A demanda crescente por atendimentos especializados, aliada a fatores como a indisponibilidade de profissionais no mercado e limitações orçamentárias, tem impactado diretamente nossa capacidade de manter um quadro completo de especialistas em todas as áreas necessárias. No entanto, estamos empenhados em buscar soluções eficazes para garantir a continuidade da assistência à população”, diz a nota.

Fonte:Clic Camaquã,Pablo Bierhals

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