Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Bolsonaro empossará sete ministros nesta terça-feira em Brasília - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Bolsonaro empossará sete ministros nesta terça-feira em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro dará posse a sete ministros em evento no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (06). A cerimônia, marcada para 10h, vai oficializar as seis mudanças no ministeriado ocorridas na semana passada e incluir também o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, simbolicamente, já que o termo de posse dele foi assinado no dia 23.

A cerimônia também será simbólica para o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e para André Mendonça, que deixou a Justiça e voltou para a Advocacia-Geral da União. Os dois já foram empossados oficialmente na terça-feira passada (30).

Além de Queiroga, Torres e Mendonça, serão oficializados nos cargos Walter Braga Netto (Defesa), Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Carlos Alberto França (Relações Exteriores).

As mudanças

O evento oficializa a dança das cadeiras ocorrida na semana passada. Na segunda-feira (29), já havia expectativa pela demissão do chanceler Ernesto Araújo, que enfrentava oposição aberta do Senado e vinha de conflitos públicos, via redes sociais, com a senadora e presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Kátia Abreu (PP-TO). Araújo deu lugar ao embaixador Carlos França.

A surpresa teve início com a divulgação da carta de demissão de Fernando Azevedo e Silva, então ministro da Defesa. Ele foi substituído por Walter Braga Netto, que chefiava a Casa Civil.

A mudança na pasta levou também à demissão conjunta dos três comandantes das Forças Armadas, o que nunca havia ocorrido desde a redemocratização do Brasil. Ele foi substituído por Walter Braga Netto, que chefiava a Casa Civil.

No Exército, o general Edson Pujol deu espaço ao general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Na Marinha, saiu Ilques Barbosa e assumiu o almirante de esquadra Almir Garnier Santos. Na Aeronáutica, o brigadeiro Carlos Alberto Batista Júnior substituiu Antônio Carlos Moretti Bermudez.

Depois, chegaram as notícias das outras mudanças: para o lugar de Braga Netto, na Casa Civil, foi Luiz Eduardo Ramos, que estava à frente da Secretaria de Governo. O movimento de Ramos abriu espaço para que a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) fosse para a chefia da Secretaria de Governo, colocando uma representante do Centrão, muito próxima ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), despachando no Palácio do Planalto.

Então ministro da Justiça e Segurança Pública desde que Sergio Moro havia pedido demissão, André Mendonça retornou à Advocacia-Geral da União, onde esteve até substituir o ex-juiz. Ele assumiu o lugar de José Levi, que pediu exoneração.

Para o lugar de Mendonça, Bolsonaro indicou o delegado da Polícia Federal Anderson Torres, que comandava a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Torres é próximo da família do presidente e crítico de Moro.

Fonte: Jornal O Sul

Deixe seu comentário: