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Brasil investiga quarto caso de varíola dos macacos; veja os Estados monitorados - Rádio São José do Patrocínio

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Brasil investiga quarto caso de varíola dos macacos; veja os Estados monitorados

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul informou nesta terça-feira (31) que investiga um caso suspeito de varíola dos macacos. Trata-se de um adolescente, de 16 anos, residente em Porto Quijarro, na Bolívia. O jovem procurou atendimento médico no município de Corumbá, no dia 29 de maio, onde está internado e isolado.

Ainda segundo informações da Secretaria, ele apresenta lesões nos membros superiores evoluindo com disseminação para tronco, membros inferiores e cabeça, além de febre, ínguas na cervical, axilar e virilha.

Outros três casos da doença estão em investigação pelo Ministério da Saúde, sendo um em Porto Alegre, um no Ceará e outro em Santa Catarina.

No Rio Grande do Sul, a Secretaria de Saúde passou, desde segunda (30), a considerar como suspeito um caso que estava em monitoramento desde sexta-feira (27). Trata-se de um homem, de Portugal, que está em viagem à Capital. Ele procurou atendimento médico no último dia 19 e, novamente, no dia 23. O paciente disse desconhecer contato com pessoas contaminadas em Portugal.

Sintomas

Os sintomas iniciais da varíola dos macacos incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados (íngua), calafrios e exaustão. Lesões na pele se desenvolvem primeiramente no rosto e depois se espalham para outras partes do corpo, incluindo os genitais. As lesões na pele parecem as da catapora até formarem uma crosta, que depois cai.

De acordo com o Instituto Butantan, a varíola dos macacos pode ser transmitida pelo contato com gotículas exaladas por alguém infectado (humano ou animal), pelo contato com as lesões na pele causadas pela doença ou por materiais contaminados, como roupas e lençóis. O período de incubação da varíola dos macacos é geralmente de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias. Por isso, pessoas infectadas precisam ficar isoladas e em observação por 21 dias.

Fonte: Foto: Reprodução, Redação O Sul

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