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Campanha de Bolsonaro vai à Justiça Eleitoral para que institutos prestem esclarecimentos - Rádio São José do Patrocínio

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Campanha de Bolsonaro vai à Justiça Eleitoral para que institutos prestem esclarecimentos

A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir que os institutos de pesquisas apresentem esclarecimentos sobre as possíveis razões para divergências de resultados superiores às margens de erro divulgadas e quais medidas estão sendo adotadas para evitar que esse cenário se repita no segundo turno e nas próximas eleições.

O pedido, que também foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), afirma que “o cenário de desencontro das informações implica verdadeira campanha de desinformação em prejuízo da livre formação da vontade eleitoral”.

A campanha de Bolsonaro diz que não busca impugnar as pesquisas, mas quer que os institutos expliquem seus trabalhos.

Divergências naturais

“Embora sejam naturais as divergências entre os resultados das urnas e as indicações de pesquisas, os erros crassos que envolveram as pesquisas eleitorais, nesse pleito de 2022, são notoriamente repulsivos e merecem ser apurados com a devida profundidade e extensão”.

O documento enviado ao corregedor-geral eleitoral, Benedito Gonçalves, ainda destaca que “a diferença de votos apresentada com relação a Jair Bolsonaro pode ter levado a diferentes efeitos no eleitorado: a promoção da candidatura adversária mais bem avaliada, com eleitores buscando solucionar as eleições no primeiro turno; o direcionamento de mais votos para a candidatura adversária mais bem colocada, envergonhando os eleitores de Jair Bolsonaro de expressarem publicamente suas opiniões”.

Na terça-feira (4), o ministro da Justiça, Anderson Torres, encaminhou à Polícia Federal (PF) um pedido de abertura de inquérito sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais.

Em publicação nas redes sociais, Torres afirma que o pedido atende à representação recebida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública que aponta “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns dos institutos.

Fonte: Foto: Alan Santos/PR, Redação O Sul 

 

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