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CASO KISS: STJ decide destino de réus pelo incêndio da boate

O dia 13 de junho, será decisivo para o destino dos quatro acusados de serem os responsáveis pelo incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas em 2013, em Santa Maria.

Conforme GZH, nesta terça-feira (13), Magistrados do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vão julgar se a condenação desses réus — dois donos da danceteria e dois integrantes da banda musical que se apresentava no estabelecimento, ocorrida em dezembro de 2021, deve ser mantida. O júri foi anulado, em 2022.

A audiência, em Brasília, tem previsão de início às 13h e será transmitida pelo canal do STJ. Familiares das vítimas da tragédia, a maior da história gaúcha, prometem fazer pressão no local, assistindo de perto ao julgamento.

Neste dia está em jogo, se os quatro réus serão julgados novamente — como querem seus defensores — ou se será validado o júri que os condenou a penas que variam de 18 a 22 anos de reclusão, pela morte de 242 pessoas.

Acusação

Está prevista sustentação oral de cada ponto de vista. Nesse caso, os primeiros a falar, a partir das 13h, devem ser os acusadores, no caso, um representante do Ministério Público (a procuradora de Justiça Irene Soares Quadros, do Rio Grande do Sul).

O advogado de acusação que representa os familiares de vítimas, Pedro Barcellos Junior, também pode ser chamado. O tempo regulamentar é de 30 minutos.

Defesa

Os defensores dos quatro réus terão 30 minutos para fazer a defesa (caso seja permitida sustentação oral do caso). Ou seja, média de sete minutos para cada um. São eles:

  • Bruno Selligman de Menezes, na defesa de Mauro Hoffmann
  • Jader Marques, na defesa de Elissandro Spohnr
  • Jean Severo, na defesa de Luciano Bonilha
  • Tatiana Borsa, na defesa de Marcelo de Jesus

Fonte: GZH, Foto: Divulgação, Clic Camaquã

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