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Dólar sobe e fecha a R$ 5,06, após documento mostrar Eduardo Bolsonaro como produtor de filme financiado por Vorcaro - Rádio São José do Patrocínio

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Dólar sobe e fecha a R$ 5,06, após documento mostrar Eduardo Bolsonaro como produtor de filme financiado por Vorcaro

O dólar fechou em alta de 1,63% nessa sexta-feira (15), cotado a R$ 5,0673. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, recuou 0,61%, aos 177.284 pontos. O mercado reagiu a novos desdobramentos envolvendo os irmãos Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Desta vez, documentos mostram que o deputado cassado Eduardo Bolsonaro atuou como produtor-executivo do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele nega. A função consta em contrato a que o Intercept Brasil teve acesso.

Na quarta-feira (13), o site havia revelado que Vorcaro ajudou a financiar o filme e que as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A publicação exibiu áudio em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro e pressiona pelos pagamentos. De acordo com a reportagem, o banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões. Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras bilionárias, segundo a PF.

Diante dos impactos eleitorais do caso e das incertezas sobre a capacidade da oposição de lançar uma candidatura competitiva contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o mercado tende a adotar uma postura mais cautelosa, impactando dólar e bolsa. A avaliação é de que o episódio pode reduzir as chances de alternância no governo, afetando as expectativas para o ajuste nas contas públicas. Para o economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, os novos desdobramentos do caso foram determinantes para o desempenho do dólar e da bolsa nesta sexta-feira.

“O mercado reage negativamente no câmbio e na bolsa quando diminuem as chances de vitória da oposição nas eleições. Na visão dos investidores, a oposição estaria mais preparada para enfrentar o problema fiscal brasileiro”, afirma. “Eu discordo. Mas essa é a visão do mercado.”

No exterior, com o encerramento do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, os investidores voltam a concentrar atenções nas tensões geopolíticas no Oriente Médio. Além disso, Galhardo destaca outros fatores que pressionaram os mercados. Um deles foi a declaração de Trump de que estaria perdendo a paciência com o Irã. Sem sinais de avanço nas negociações sobre a guerra no Oriente Médio e com o Estreito de Ormuz ainda fechado, os preços do petróleo avançaram nesta sexta-feira, deixando os investidores mais cautelosos.

Mercados globais

Em Nova York, os principais índices de Wall Street abriram no vermelho. O Dow Jones recuava 0,27%, aos 49.930,26 pontos. O S&P 500 caía 0,75%, aos 7.445,11 pontos, enquanto o Nasdaq, mais concentrado em empresas de tecnologia, tinha baixa de 1,3%, aos 26.288,92 pontos.

Na Europa, o movimento também foi de perdas. O índice pan-europeu STOXX 00 fechou em queda de 1,5%, em 606,92 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,71%, a 10.195,37 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,60%, a 7.952,55 pontos. Já em Frankfurt, o DAX caiu 2,07%, a 23.950,57 pontos.

Na Ásia, os mercados encerraram o pregão em baixa. Em Xangai, o índice Shanghai Composite caiu 1,02%, aos 4.135 pontos. O CSI 300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 1,12%, aos 4.859 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,62%, aos 25.962 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei caiu 2%, aos 1.245 pontos.

Fonte: Foto: ShutterStock, Redação O Sul

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