Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Em crítica ao PT, Bolsonaro defende reforma trabalhista de Temer - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: ARCO DA VELHA

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Em crítica ao PT, Bolsonaro defende reforma trabalhista de Temer

O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu, nesta segunda-feira (17), a reforma trabalhista aprovada pelo governo de Michel Temer (MDB), e afirmou que “mente” quem diz que a medida retirou direitos dos trabalhadores. A declaração rebateu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) que saíram em defesa da revogação da reforma e do teto de gastos há duas semanas.

“O governo Temer fez uma pequena reforma trabalhista. Não tirou direito de nenhum trabalhador. Mente quem fala que a reforma trabalhista do Temer retirou direito do trabalhador. Até porque os direitos estão lá no artigo sétimo da nossa Constituição, não podem ser alterados”, disse Bolsonaro, em entrevista a uma rádio.

Para o presidente, a reforma foi uma “flexibilização” que impulsionou o governo Temer. O que pode ser comprovado, segundo ele, pelo saldo positivo na geração de empregos em 2019. Mas, “lamentavelmente”, a pandemia prejudicou esse cenário, na opinião de Bolsonaro.

No início do mês, o ex-presidente Lula e a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, chegaram a elogiar o governo da Espanha por ter revogado mudanças na legislação trabalhista do país. Aprovada em 2012, a lei serviu de modelo para a reforma instituída no Brasil em 2017.

No dia 7 de janeiro, Gleisi Hoffmann afirmou pelo Twitter que a medida proposta não gerou empregos e que é preciso deter a “privatização selvagem”.

A reforma trabalhista brasileira alterou cerca de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho e estabeleceu novas regras sobre férias, banco de horas, jornada de trabalho e demissão.

Fonte: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil, Redação O Sul 

Deixe seu comentário: