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Escolas de educação infantil privadas têm retorno tímido na Serra gaúcha

Com a permissão do Estado, escolas de educação infantil particulares da região da Serra retomaram as aulas nesta terça-feira. Em Caxias do Sul, 40 escolas que tiveram seu plano de contingência aprovado pelo Centro de Operações de Emergências (COE) da Secretaria Municipal de Educação estavam autorizadas voltar, mas nem todas retornaram.

Conforme a presidente do Sindicato das Instituições de Educação Infantil Particulares de Caxias do Sul (Sinpré), Christiane Welter Pereira, a presença de alunos neste primeiro dia de aula foi tímida. Ela acredita que ainda existe uma certa insegurança dos pais em levar seus filhos para as escolas, mas confia que, com o passar dos dias e com todas as medidas de higienização que foram tomadas, a tendência é de aumentar a presença das crianças.

No bairro Panassolo, a proprietária da Escola de Educação Infantil Pequeno Girassol, Mirian Veadrigo Boschetti, disse que o retorno dos alunos será gradual. “Reunimos com boa parte dos pais para informar sobre os protocolos de higienização do ambiente e pessoal que foram adotados no sentido de tranquilizá-los”, informou Mirian.

Além de Caxias do Sul, também houve a retomada das atividades presenciais em escolas de educação infantil nos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa e São Marcos. Em Flores da Cunha, uma escola privada retoma as atividades nesta quarta-feira, e as outras nove na próxima segunda-feira, dia 14.

As instituições adotaram uma série de protocolos sanitários, com o objetivo de evitar a contaminação. A Secretaria Municipal da Saúde de (SMS) Caxias do Sul recomenda o uso de máscaras em tempo integral para crianças com mais de dois anos, além da higienização constante das mãos e do distanciamento social, além de receber somente 50% da capacidade, prevista no plano de contingência.

Fiscais são treinados para fiscalizar retorno das escolas 

A SMS de Caxias do Sul treinou, na manhã desta terça-feira, fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) e também da própria secretaria para auxiliar a Vigilância Sanitária na vistoria das escolas de educação infantil privadas que retornaram às atividades.

Dentre os itens que serão vistoriados estão o uso de máscaras por todos (crianças acima de dois anos), checagem de temperatura ao chegar na escola, distanciamento de 1,5 metros entre as crianças ou uso de divisórias de acrílico em mesas coletivas nas salas, material pedagógico individualizado, ambientes ventilados, demarcação de pisos e espaços coletivos, bem como nas mesas do refeitório, o uso de brinquedos que não sejam passíveis de desinfecção (pelúcia, tecidos, etc), álcool gel 70% para limpeza de superfícies e brinquedos, uso de propés ou calçado específico para uso interno para professores e crianças nas salas de até três anos, entre outros.

De acordo com o diretor técnico da Vigilância Sanitária, Rodrigo Zardo, o papel dos órgãos fiscalizadores visa orientar e dar mais segurança aos pais e professores. “São medidas de extrema importância para conter a disseminação do vírus, as quais devem ser cumpridas rigorosamente, sendo passível de multa para as instituições que não se adequarem as exigências sanitárias exigidas pelo Estado”. A multa pode chegar a R$ 35 mil.

Zardo também salienta que, além das medidas do plano de contingência, também será verificada a legislação sanitária que regulamenta o funcionamento das escolas.

Fonte: Correio do Povo

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