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Nesta quarta-feira (19), equipes da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) entraram em alerta na Fronteira Oeste em função dos casos de raiva herbívora em animais.
A principal forma de transmissão da doença acontece pela mordedura do morcego hematófago Desmodus rotundus:
“Recebemos a informação de um caso no município argentino de General Alvear, que fica ao lado de São Borja. Por isso, emitimos o alerta para esse município e alguns outros da Fronteira Oeste”, explica o analista ambiental e biólogo André Witt, do Programa de Controle de Raiva Herbívora.
Witt está em São Borja desde o início da semana, junto a um veterinário e um auxiliar. A equipe realiza uma varredura em abrigos já cadastrados da região:
“Também fazemos a busca em novos abrigos, normalmente instalados em casas abandonadas, poços, ocos de árvores e furnas, à procura de possíveis focos do morcego”, afirma Witt.
O alerta sanitário emitido pela Seapi em 29 de março abrangeu os municípios de Maçambará, São Borja, Itacurubi e Itaqui, principalmente nas propriedades próximas aos rios Itu e Ibicuí.
Neste ano, o Rio Grande do Sul registrou 17 focos de raiva herbívora em 12 municípios. Em 2022, foram 109 casos de raiva herbívora em 37 cidades.
Cachoeira do Sul;
Dom Feliciano;
Gravataí;
Itaqui;
Itati;
Jaguari;
Jari;
Lavras do Sul;
Parobé;
Pedras Altas;
Santiago;
São Miguel das Missões.
Fonte: Secom, Foto: Divulgação/Secom, Clic Camaquã Camaquã