Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Grupo é detido com 5 mil formigas vendidas em rede de tráfico de animais no Quênia - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Grupo é detido com 5 mil formigas vendidas em rede de tráfico de animais no Quênia

Dois homens, naturais da Bélgica, foram acusados de tráfico de animais selvagens nesta terça-feira (15) após serem detidos com cinco mil formigas selvagens dentro de tubos de ensaio no Quênia.

Conforme as autoridades, eles foram presos no condado de Nakuru, no Quênia, que abriga vários parques nacionais. As formigas foram encontradas em mais de dois mil tubos de ensaio com algodão, para que pudessem sobreviver por meses. Os animais estavam na casa onde os acusados se hospedaram no país africano.

Além dos dois jovens, outros dois homens, do próprio Quênia, foram presos com 400 formigas e acusados de tráfico ilegal. Eles foram detidos em Nairóbi e, segundo as autoridades, as formigas encontradas com eles valiam cerca de US$ 7,7 mil.

Segundo o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS), os quatro fazem parte de um esquema de tráfico de formigas para mercados na Europa e na Ásia. Entre as espécies apreendidas estava a Mesor cephalotes, uma formiga colhedora característica, grande e de cor vermelha, nativa da África Oriental.

A exportação ilegal dessas formigas “não apenas mina os direitos soberanos do Quênia sobre sua biodiversidade, mas também priva comunidades locais e instituições de pesquisa de potenciais benefícios ecológicos e econômicos”, afirmou a KWS em comunicado.

O Quênia já combateu o tráfico de partes de animais selvagens maiores, como elefantes, rinocerontes e pangolins. No entanto, os casos recentes representam “uma mudança nas tendências do tráfico — de grandes mamíferos icônicos para espécies menos conhecidas, porém ecologicamente críticas”, segundo o órgão.

Philip Muruthi, vice-presidente de conservação da Africa Wildlife Foundation, em Nairóbi, destacou o papel essencial das formigas para os ecossistemas.

“A questão é que, quando você vê uma floresta saudável, como a floresta de Ngong, você não pensa no que a torna saudável. São as relações, desde as bactérias até as formigas e as coisas maiores”, disse ele. As informações são do portal de notícias g1.

Fonte: Foto: Divulgação/Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS), Redação O Sul 

Deixe seu comentário: