Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Leite fala em projeção de volta às aulas para setembro - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Leite fala em projeção de volta às aulas para setembro

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou nesta segunda-feira, em entrevista à Rádio Guaíba, que a projeção para a volta às aulas no Estado ficou para o mês de setembro, com algumas etapas sendo feitas em agosto.

“Estamos acompanhando este momento mais crítico na demanda pelas UTIs, mas o nosso grande esforço é para garantir o atendimento. No entanto, é impossível fazer a ampliação para atender uma demanda que não para de crescer. Há limitação física, há limitação de estrutura e de recursos humanos. Nenhum lugar do mundo venceu a pandemia somente com aumento de estrutura. O retorno às aulas não acontecerá em agosto e vamos ter que projetar isso para setembro. Fizemos uma consulta pública e recebemos os resultados na semana passada e esta semana voltaremos a discutir o tema, buscando projetar algum retorno, que deverá ficar para setembro, talvez, com algumas etapas em agosto. Isso vai depender do comportamento das próximas semanas no que diz respeito à demanda de UTIs pelo Estado”, disse Leite.

Eduardo Leite comentou ainda que o distanciamento social ainda se impõe em solo gaúcho justamente pela velocidada da demanda de leitos de UTIs. “O que nós vamos conversar com os prefeitos é no sentido de estabelecer uma política de co-gestão do modelo de distanciamento. Este sistema precisa da cooperação e de um pacto entre as partes, inclusive entre os prefeitos, para que seja efetivo. Por isso estamos buscando o engajamento dos municípios e vamos conversar com a Famurs para buscar um modelo que melhor promova uma alteração na gestão do distanciamento controlado, porque queremos a maior participação das cidades”, explicou.

O governador disse ser difícil projetar o fim do distanciamento controlado no Rio Grande do Sul. Ele não sabe dizer se o sistema terá de ficar até o fim da sua gestão. “É absolutamente imprevisível por conta do longo prazo. O que a gente observa é que neste ano de 2020 são necessários muitos cuidados para evitar a disseminação do vírus sem controle. Nós ampliamos a oferta de leitos no Sistema Único de Saúde e vamos a 1,9 mil leitos no Estado. Isso é insuficiente se houver uma disseminação descontrolada. É importante que as pessoas entendam: um leito de UTI não é apenas uma cama com respirador. São equipes, insumos, medicamentos e uma série de itens, além de recursos humanos”, afirmou.

 

 

Fonte: Foto: Palácio Piratini / Divulgação / CP, Correio do Povo

Deixe seu comentário: