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Mais de de 1,7 milhão de mesários vão trabalhar nas eleições deste ano

As eleições deste ano devem contar com mais de 1,7 milhão de mesários. Destes, 52% (933.623) foram convocados pela Justiça Eleitoral, enquanto 48% (845.550) se candidataram voluntariamente. Isso é o que aponta os dados mais recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Considerando a última eleição presidencial, em 2018, houve uma queda no número de mesários. Naquele ano, foram 1.896.732 mesários e em 2022 são 1.779.173. Segundo a plataforma digital, no recorte por gênero, 68% (1.209.346) são mulheres e 32% (569.799) homens.

Já com relação ao recorte etário, é possível destacar que 32% tem entre 30 e 39 anos, sendo a faixa de 35 a 39 anos a com o maior número de representantes (17,09%).

Os dados também mostram que 36% dos mesários que irão trabalhar nessas eleições têm ensino superior completo, 32,16% (572.148) tem ensino médio completo e 14,23% (253.178), ensino superior incompleto.

Segurança

Pelo menos seis Estados do País vão implementar neste ano medidas inéditas para aumentar a segurança nos dias de votação em outubro, como o treinamento de mesários para lidar com conflitos e o reforço policial no transporte das urnas eletrônicas. A princípio, serão os TREs de Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A eleição deste ano ocorrerá em meio a ataques à confiabilidade das urnas eletrônicas e ao esforço de representantes da Justiça para garantir publicamente a lisura das eleições no País, apesar dos tribunais nem sempre justificarem abertamente esse contexto como motivação para as novas medidas.

No Paraná, por exemplo, a assessoria de imprensa do TRE local informou que “está mobilizando esforços para a utilização de reforço na segurança dos fóruns eleitorais, em especial para a chegada das urnas eletrônicas após a votação”.

Uma das principais preocupações de servidores da Justiça Eleitoral é com as horas posteriores ao fim da votação, quando os resultados são recolhidos e transmitidos para o TSE. Nestes momentos, há o temor de hostilidades tendo como alvo as urnas, servidores e mesários.

“Além disso, o Tribunal vem realizando diversas audiências públicas e visitas aos batalhões da Polícia Militar em todo o estado para demonstrar a segurança e a transparência do processo de votação”, informou o TRE-PR.

Fonte: Foto: Divulgação, Redação O Sul

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