Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Nova fase da Operação Lava-Jato mira esquema de propina na Petrobras e na Transpetro - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 998045144

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Clube da Saudade

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Nova fase da Operação Lava-Jato mira esquema de propina na Petrobras e na Transpetro

A PF (Polícia Federal) cumpriu, na manhã desta terça-feira (12), 11 mandados de busca e apreensão pela 79ª fase da Operação Lava-Jato. Nesta fase, são investigadas pagamentos de propina na Petrobras e Transpetro e operações de lavagem de dinheiro por meio de imóveis e obras de arte.

Segundo a PF, foram três mandados no Rio de Janeiro, dois em Brasília, dois em São Luis (MA), dois em São Paulo e um em Angra dos Reis (RJ). As ordens judiciais foram cumpridas nos endereços de Márcio Lobão e Edison Lobão Filho, filhos do ex-ministro Edison Lobão. O pai dos investigados não foi alvo da operação desta terça-feira.

De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), as ordens judiciais visavam apreender mais de 100 obras de arte dos investigados. Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

Investigações

As investigações apuram fraudes em licitações por meio de pagamento de propina a executivos da Petrobras e Transpetro. Os crimes investigados aconteceram entre 2008 e 2014, segundo a PF, com pagamento de R$ 12 milhões em propinas. As investigações apontam que a propina era paga em espécie, e a lavagem do dinheiro acontecia por meio da compra de obras de arte e imóveis.

Uma das transações investigadas foi a compra de um apartamento de alto padrão em 2007 por R$ 1 milhão e vendido menos de dois anos depois por R$ 3 milhões, em uma valorização que, de acordo com a PF, não correspondia com as condições do mercado financeiro da época.

Na lavagem de dinheiro por meio das obras de arte, segundo as investigações, notas fiscais e recibos eram emitidos à Receita Federal com valores menores do que eram efetivamente praticados. Segundo a PF, a diferença entre o valor pago e o declarado variava de 167% a 529%.

Em uma fase anterior da operação, segundo a PF, já foram encontradas obras de arte na casa de um dos investigados que apresentavam variações significativas entre o preço de aquisição declarado e o valor de mercado, em patamares de até 1.300%.

Fonte: Foto: PF/Divulgação,  Redação O Sul 

Deixe seu comentário: