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O democrata Rodrigo Pacheco é eleito o novo presidente do Senado

Por 57 a 21 votos, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é eleito o novo presidente do Senado e do Congresso Nacional, em votação secreta, no início da noite desta segunda-feira (1º).

Para presidir o Senado, era preciso maioria absoluta de 41 votos, do total de 80 senadores aptos no processo de eleição. Pacheco obteve 57 votos em uma única votação, sem necessidade de segundo turno, que só aconteceria se nenhum dos candidatos conseguisse a maioria dos votos. O senador democrata por Minas Gerais será a 68ª pessoa a ocupar o posto.

Apoiado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, pelo atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e por dez partidos, entre os quais siglas da oposição, Pacheco despontou como favorito na disputa.

Cinco senadores anunciaram suas candidaturas: Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Simone Tebet (MDB-MS), Lasier Martins (Pode-RS), Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO). Mas os últimos três retiraram suas candidaturas antes da eleição.

Simone Tebet aparecia como principal adversária de Pacheco. Entretanto, nos últimos dias sua candidatura enfraqueceu. Ela foi abandonada pelo MDB – maior partido do Senado, com 15 senadores.

Dos 80 senadores aptos a votar, 78 compareceram. Dos ausentes, um está em licença saúde e outro afastado.

Discurso 

Em seu primeiro discurso, Rodrigo Pacheco disse assumir esta missão com responsabilidade e comprometimento com os valores democráticos da República e da Constituição Federal. E que “a partir deste momento não existe mais divisões ou candidaturas”. Também cumprimentou a senadora Simone Teblet, pela elegância e altivez como parlamentar e proporcionar o debate.

Durante sua fala, Pacheco se solidarizou aos familiares e amigos da pandemia do coronavírus que já vitimou 225 mil “irmãos e irmãs brasileiros”, além de agradecer aos profissionais de saúde.

O novo presidente do Senado também disse esperar contar com o apoio dos colegas de Congresso para exercer o seu trabalho pelos próximos dois anos.

Nesta terça-feira (2), os senadores voltam se reunir para definir os demais membros da Mesa para o biênio 2021-2022. Além do presidente eleito nesta segunda, a mesa diretiva deve ser composta pelo primeiro e segundo vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes de secretários.

Trajetória – Rodrigo Pacheco tem 44 anos e nasceu em Porto Velho (RO), mas se mudou na infância para Minas Gerais, onde se formou em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG). É advogado criminalista e fez parte da defesa de um ex-diretor do Banco Rural no julgamento do mensalão. Também ocupou cargos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em 2014, foi eleito deputado federal pelo MDB. Na Câmara, votou pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e esteve à frente do colegiado durante a análise de denúncias contra o ex-presidente Michel Temer.

Está no primeiro mandato como senador, função para a qual foi eleito em 2018, mesmo ano em que se filiou ao DEM.

Nas eleições de 2018, Rodrigo Pacheco declarou à Justiça Eleitoral ter R$ 22,8 milhões em bens.

Fonte: Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado,  Redação O Sul 

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