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Historicamente, os meses de junho e julho são os mais frios do ano no Centro-Sul do Brasil com agosto apresentando temperaturas médias maiores. Completo o primeiro mês do inverno, a MetSul fez uma análise sobre as próximas semanas.
Agosto, embora seja ainda um mês em que se registrem dias frios e alguns até gelados, na média não costuma ser tão frio quanto junho e julho. Os episódios de frio no mês, mesmo os intensos, tendem a ser mais curtos.
Além disso, há um maior número de dias agradáveis e até quentes durante o mês de agosto, com alguns de calor em pleno inverno, especialmente no Centro-Oeste e no Sudeste que alcançam o auge da estação seca.
Com base nas curvas históricas de temperatura, no que já se observou neste ano e ainda com os que os dados de modelos numéricos indicam para os próximos dias e semanas, o entendimento da MetSul Meteorologia é que o pior do inverno já passou.
O Rio Grande do Sul enfrentou uma sequência muito longa de 11 dias seguidos em que a temperatura caiu abaixo de zero no Estado no fim de junho e no começo de julho, o que não é comum.
Embora o pior do inverno já tenha passado, a MetSul avalia que tem muito inverno ainda pela frente e haverá ainda muitos dias de frio nas próximas semanas, e alguns até de frio intenso.
As temperaturas, entretanto, não devem ser tão baixas nas médias como no fim de junho e no começo de julho. E tampouco a frequência de ar frio de grande intensidade deve ter tão alta quanto nos primeiros 45 dias do chamado inverno meteorológico.
A avaliação é que ainda podem ocorrer episódios de frio extremo, mas tendem a ser de duração mais curta.
Fonte: Foto: Pedro Piegas, MetSul Meteorologia, Correio do Povo.