Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Polícia Civil indicia seis pessoas por morte de homem no supermercado Carrefour em Porto Alegre - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Polícia Civil indicia seis pessoas por morte de homem no supermercado Carrefour em Porto Alegre

Seis pessoas foram indiciadas por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, asfixia e recurso que impossibilitou a defesa da vítima no caso da morte de João Alberto Silveira Freitas, ocorrida no dia 19 de novembro na unidade do supermercado Carrefour localizada no bairro Passo D’Areia, na Zona Norte de Porto Alegre.

O homem negro de 40 anos, conhecido como Beto, foi espancado e morto por dois seguranças após um desentendimento no caixa do supermercado. O crime aconteceu no estacionamento, após Beto dar um soco em um dos seguranças, conforme mostram imagens de câmeras de vigilância.

Os indiciados são os dois seguranças (um deles era policial militar temporário), uma fiscal, outros dois funcionários do Carrefour e um mais um vigilante. Três já estão presos: os dois seguranças que mataram o homem e a fiscal, que acompanhou e gravou as agressões. A polícia pediu à Justiça a prisão dos demais indiciados.

O IGP (Instituto-Geral de Perícias) confirmou que a causa da morte de Beto foi asfixia. A conclusão do inquérito policial foi divulgada em entrevista coletiva no Palácio da Polícia, em Porto Alegre.

Segundo a polícia, houve um exagero nas agressões impostas à vítima. A investigação concluiu que não ocorreu injúria racial, mas que a morte foi motivada por “racismo estrutural”. “Uma outra pessoa estando naquele momento, naquele lugar, poderia ter um tratamento diferenciado”, disse a delegada Roberta Bertoldo.

O crime provocou manifestações e atos de vandalismo no supermercado e em outras unidades da rede.

Fonte: Foto: Reprodução de vídeo, Redação O Sul

Deixe seu comentário: