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A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira a Operação Capa Dura, em combate a supostas fraudes em certames licitatórios da Secretaria Municipal da Educação de Porto Alegre (Smed). O foco da investigação é a compra de livros escolares, feita pela pasta em 2022.
Quatro pessoas foram presas temporariamente. Entre os presos está uma ex-secretária da Smed, uma coordenadora pedagógica, um empresário e uma assessora técnica.
A ofensiva resultou ainda na suspensão do exercício da função pública de oito servidores. Um secretário da prefeitura é um dos afastados, conforme apurou a reportagem. A medida é válida por por 180 dias. O prefeito Sebastião Melo não é investigado. Além disso, 11 empresas e 2 empresários estão suspensos de exercer atividades econômicas ou financeiras.
Foram cumpridos também 36 mandados de busca e apreensão, em cinco estados. As diligências ocorreram nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Xangri-lá, Florianópolis (SC), Itapema (SC), Balneário Camboriú (SC), Curitiba (PR), Niterói (RJ) e São Luiz (MA).
Os policiais investigam compras de materiais das empresas Inca Tecnologia de Produtos e Serviços e Sudu Inteligência Educacional. A Smed pagou mais de R$ 30 milhões pelos materiais.
Fonte: Foto: Polícia Civil / CP, Marcel Horowitz, Correio do Povo