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Premiação por jogo, fase e título: entenda como clubes podem enriquecer na Libertadores - Rádio São José do Patrocínio

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Premiação por jogo, fase e título: entenda como clubes podem enriquecer na Libertadores

A glória de ganhar o maior título do futebol sul-americano não é a única coisa que está em jogo nesta temporada na Libertadores. Para a edição 2023, a Conmebol instituiu nova premiação em dinheiro, tornando a competição ainda mais rentável para os clubes participantes, mesmo para aqueles que não avançarão até as fases finais.

Valores

– Fase de grupos (participação): US$ 3 milhões (R$ 15,2 milhões);

– Bônus por cada vitória na fase de grupos: US$ 300 mil (R$ 1,5 milhão);

– Oitavas de final: US$ 1,25 milhão (R$ 6,3 milhões);

– Quartas de final: US$ 1,7 milhão (R$ 8,6 milhões);

– Semifinal: US$ 2,3 milhões (R$ 11,6 milhões);

– Vice-campeonato: US$ 7 milhões (R$ 35,5 milhões);

– Título: US$ 18 milhões (R$ 91 milhões).

A novidade para a edição é justamente o bônus por vitórias na fase de grupos, que tende a valorizar ainda mais essa parte da competição. Só pela participação nos grupos, os clubes já garantem os US$ 3 milhões (R$ 1,5 milhão).

Num cenário hipotético que uma equipe consiga vencer as seis partidas da fase de grupos, o bônus chegaria a US$ 1,8 milhão (R$ 9,1 milhões). Com os US$ 3 milhões (R$15,2 milhões) de participação, mais os US$ 1,25 milhão (R$ 6,3 milhões) de classificação às oitavas, poderia entrar no mata-mata já com R$ 30,6 milhões no bolso.

Na prática, é possível acumular até US$ 28 milhões (R$ 142 milhões) com uma campanha perfeita na competição, com título e seis vitórias na fase de grupos.

Ranking

Apesar de dominarem a competição desde 2019, os times do Brasil não conseguiram superar ainda os argentinos, que são os maiores vencedores em quantidade de títulos na história. Três países não tiveram campeões da América até hoje: Bolívia, Peru e Venezuela.

– Argentina: 25 títulos (7 do Independiente, 6 do Boca Juniors, 4 do Estudiantes, 4 do River Plate, 1 do Argentinos Juniors, 1 do Racing, 1 do San Lorenzo e 1 do Vélez Sarsfield);

– Brasil: 22 títulos (3 do São Paulo, 3 do Santos, 3 do Grêmio, 3 do Palmeiras, 3 do Flamengo, 2 do Internacional, 2 do Cruzeiro, 1 do Vasco, 1 do Corinthians e 1 do Atlético-MG);

– Uruguai: 8 títulos (5 do Peñarol e 3 do Nacional);

– Colômbia: 3 títulos (2 do Atlético Nacional e 1 do Once Caldas);

– Paraguai: 3 títulos (3 do Olimpia);

– Chile: 1 título (1 do Colo-Colo);

– Equador: 1 título (1 da LDU).

Fonte: Foto: Divulgação/Conmebol, Redação O Sul 

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