Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Soja: clima nos EUA pressiona Chicago, mas Brasil ganha fôlego - Rádio São José do Patrocínio

Fale conosco via Whatsapp: +55 51 996015863

No comando: Quarta-feira será de sol e calor na maior parte do RS

Das às

No comando: Madrugada São José

Das 00:00 às 06:00

No comando: Bombeando a cara do dia

Das 06:00 às 07:50

No comando: Festival da Trinca

Das 07:00 às 12:30

No comando: Correspondente Rede Guaíba Sat

Das 07:50 às 08:00

No comando: Show da Manhã

Das 08:00 às 12:00

No comando: Balcão de Negócios

Das 12:00 às 12:30

No comando: Momento Nativo

Das 12:30 às 13:00

No comando: Arco da Velha

Das 13:00 às 14:00

No comando: Clube do Ouvinte

Das 14:00 às 17:00

No comando: Minha terra é assim

Das 17:00 às 19:00

Soja: clima nos EUA pressiona Chicago, mas Brasil ganha fôlego

O mercado da soja encerrou junho pressionado pelas boas condições climáticas nos Estados Unidos, mas encontrou suporte interno com a aprovação de novas políticas para biocombustíveis no Brasil. As cotações internacionais da oleaginosa ficaram abaixo dos US$ 10,25 por bushel no contrato de novembro, refletindo a expectativa de uma safra robusta no país norte-americano.

Segundo análise da Grão Direto, o cenário climático favorável nos EUA tem sido o principal vetor de baixa em Chicago. As previsões apontam chuvas regulares e temperaturas amenas, o que fortalece a projeção de produtividade elevada nas lavouras americanas. O mercado agora aguarda com atenção o relatório do USDA sobre área plantada e estoques, previsto para os próximos dias. Qualquer surpresa nesse documento pode gerar forte volatilidade nos preços globais.

No Brasil, o avanço na agenda de biocombustíveis trouxe alívio ao setor. A aprovação do E30 e B15 — aumento da mistura de etanol e biodiesel, respectivamente — tende a elevar a demanda por óleo de soja em 150 mil toneladas até o fim de 2025. Essa nova política energética, válida a partir de 1º de agosto, foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e já influencia positivamente a sustentação dos preços da soja no mercado interno.

No câmbio, o dólar comercial fechou junho cotado a R$ 5,48, o menor valor desde outubro do ano passado. A desvalorização acumulada no ano chegou a 11,26%, o que reduz a competitividade das exportações brasileiras. Por outro lado, o real valorizado ajuda na compra de insumos importados, beneficiando a estrutura de custos da produção agrícola nacional.

Fonte: Agrolink – Aline Merladete

Deixe seu comentário: